Só na memória do teu rosto

Só na memória do teu rosto, mãe
posso encontrar agora as paredes
da casa onde nasci.
Como se fosse possível voltar
àquele tempo em que a felicidade
residia nas tuas mãos
entretidas a encaracolar os meus cabelos.


Graça Pires

2 comentários:

Helena Figueiredo disse...

Lindíssimo poema de alguém que admiro.
Mas há muitos mais, aqui, neste belo espaço.Parabéns!

Luís Filipe Nunes disse...

Olá, Helena. Seja, pois, muito bem-vinda a estes lugares.